sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Parar?
Pensar?
Sonhar?
Viver?
O que, o que se baseia nisso, nisso?!
Nisso, à sei!
Amor.
Quando se ama,
Você sonha,
Você vive,
Você pensa,
Você ama.
Um sentimento tão formidável,
Mas para poucos,
Poucos de alma boa e coração alarmante.
Amar-te, lógico, flor, minha flor!
Flor que brota
Da pequena semente chamada carinho,
Da pequena chuva chamada lagrima,
De o pequeno suspiro chamado prazer...

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Lembranças daquele momento,
Que nossos olhares cruzaram
E eu senti algo em mim,
Um fogo incontestável,
Que nunca vou me esquecer,
Quando te vi,
Pela primeira vez,
Me senti no paraíso,
Meu coração cálido por ti,
Queria que o tempo parasse naquele momento,
Nos nossos momentos juntas,
Nos nossos momentos,
Quente, apaixonantes,
Momentos que nunca vou esquecer,
Esquecer para que,
Se foi momentos lindos,
Maravilhosos incontestáveis,
Momentos na memória,
Momentos gravados,
Momentos cálidos.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Silêncio

Sempre ouvi dizer que a solidão dói, machuca, fere profundamente.

Baseada nesse conceito, fico me perguntando o que é a solidão, além de se estar sozinho.

Porque não sinto as famigeradas dores, não sinto nenhum ferimento, apenas... O silêncio.

Ele me perturba e amortece meus sentidos, como se fosse uma droga paralisante, que me deixa impossibilitada de me mexer... Não falo, não ando, não saio... Apenas ouço.

Ouvir o silêncio... Pode parecer impropriedade minha essa afirmação, mas não é.

Eu ouço o silêncio, e é ensurdecedor dentro de mim, o seu som.

Automaticamente, uma parte de mim procura lembranças de quando havia outros sons, além do silêncio.

Entro no túnel do tempo e vou passando por algumas portas que guardam lembranças tristes... Paro em frente a uma porta amarela, abro e vejo nitidamente o que aconteceu naquele dia: um casamento.

Era o dia do meu casamento... Aquela roupa branca incomodava-me, os sapatos apertavam e eu sentia o suor correndo pelo meu corpo.

Alguém ajeitava o meu cabelo, e me provocava dores puxando-o com muita força. Ela colocou-me a grinalda e perguntou se estava bom.

Olhei no espelho e as lágrimas brotaram efusivas. Comecei a balbuciar palavras entre as lágrimas, como se um milagre pudesse levar aquelas palavras para onde deveriam ir.

Ela chegou perto de mim, tocou no meu rosto com suavidade e me perguntou o que estava acontecendo. Era minha irmã...

Tomada de súbita onda de coragem, falei intempestivamente, que não queria me casar, que queria voltar pra casa, com minha mãe, meu pai e meu irmão, não queria ficar ali.

Ela assustou-se e perguntou-me se a mãe sabia disso...

-Não, eu não tivera coragem de lhe falar, respondi.

Ela me disse para ficar calma, que ela ia falar com minha mãe, e saiu do quarto. Minha alma sorriu e eu esperei ansiosamente pelo escândalo que minha mãe faria, mas que eu estava agora, pronta para enfrentar.

Eu odiava aquele lugar, aquelas pessoas eram-me hostis, e meu noivo... Não importo, eu queria ir embora, jamais me casaria.

Mas o tempo passou... Os ponteiros do relógio batiam tão fortes, como se fossem monstros se aproximando para me devorarem, e de repente a porta se abriu.

Mas não era minha irmã, nem minha mãe. Elas tinham ido à frente, foi o que me disseram. O carro do padrinho me levaria. Senti meu coração murchar, como se ele fosse um balão de gás, onde alguém tivesse encostado uma agulha.

Eu quis gritar, chorar, fugir...Mas não tive coragem.

Minha irmã me traiu... Foi uma das muitas vezes em que ela me traiu.

Não senti ódio, apenas dor. Até aquele dia, era a pior dor que eu já havia sentido. Lembro-me que no trajeto para a igreja, ocorreu-me que aquilo que eu estava sentindo, era o que sentiam as pessoas que são condenadas a morrerem na cadeira elétrica. E de repente lembrei-me que eu ia continuar viva, portanto ainda tinha uma chance de escapar de tudo aquilo, no futuro.

Senti uma alegria quase incontida ao pensar nisso, e decidi cumprir minha sentença com louvor. Já que faltara-me coragem para desistir, era preciso ter dignidade e postura, ser uma noiva que despertasse orgulho, principalmente para minha mãe. Eu não podia decepcioná-la... e não decepcionei. Meu "sim" soou quase tão sonoro quanto é o som desse silêncio dentro de mim, agora. Eu pude ouvir-lhe até o eco...

E depois os cumprimentos, fotos, festa... Tudo muito lindo e feliz.

Até eu, quase acreditei naquela felicidade...

Volto-me para a porta entreaberta, agora... É melhor voltar para o meu silêncio. O que veio a seguir, naqueles dias trôpegos do meu casamento cambaleante, foi muito mais triste e mais dolorido do que qualquer solidão, talvez por isso eu me recuse a senti-la, ou pelo menos a identificá-la. Meu casamento durou três longos meses...

Eu só preciso de algum barulho, mesmo que seja o do mar.

Mas hoje, o mar está quieto... Vai ver estão obrigando-o a se casar... Quem sabe... Eu, apesar do silêncio, sinto-me feliz, quase feliz.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Eu me perguntava
que pessoa é esse
que armou confusão
no meu coração...

Também quis saber
se o teu olhar
tinha aquele brilho
difícil de achar...

E nas tuas mãos
quanto eu pensei
achando talvez
que as podia ter...

No vento ou na chuva
eu amei você
sem lhe conhecer
vendo o sol nascer...

E nos muitos lugares
por onde passei
sempre havia o sonho
de encontrar você...

Até que encontrei
e pude saber:
- Você é melhor que tudo
que eu pudesse crer!
Se os ventos fossem mais ameno
seu poderia repousar em seus braços
no acalanto sereno que eu tinha
onde descobri nossa forma de amar.

Que o tempo demorou a me dar você
e quando eu pensei que nem mais teria
você surgiu de trás dessa cortina
onde o tempo guarda o amor.

Ah, se os ventos fossem mais amenos!
Entrariam pela janela sem violência
veriam minha emoção, minhas carência
senvolveriam-se em nossa paixão.

A promessa da brisa seria cumprida
lá do penhasco ela veria nossos corpo
se os banharia em torpor, calma e delírios
supostamente esperados... quase esquecidos.

Você não teria partido! Ficaria comigo
a desvendar mistérios da nossa confraria
essa ligação assombrosa e repentina
que envolveu, como o vento, nossas vidas.

Se os ventos fossem mais amenos...
quem sabe seus olhos viriam refletir
essa saudade, esse calor sereno
que ainda abriga, a minha alma sozinha.

Durmo ao vento, que se fosse mais ameno
seria uma carícia, não um sofrimento
mas tem a decência de nunca prometer
mais do que pode dar...
mais do que pode ser...

domingo, 4 de novembro de 2007

bons tempos quando me drogava,
bons tempos quando vivia bêbada,
bons tempos quando vivia pensando,
bons tempos quando eu tinha alguém para amar.
queria a amores voltassem,mas não, não voltam,
por mais que você queira eles não voltam,
voltar para que?
para me fazer sofrer?
para que voltar!
para dizer que me ama?
para que voltar?!
palavras que não vem do coração,são inúteis,
são só palavras jogadas fora,
desperdício de sentimento inútil,
que não tem nenhum sentido para quem pronuncia
,mas para que volve, puro sentimento,
que achamos que é verdadeiro,
mas quando tudo está no final,
começamos a pensar no começo e vemos como era bom,
mas agora é tarde, tarde
tarde para se pronunciar eu te amo de novo,
agora é tarde para dizer coisas que nunca dizemos um para o outro,
mas que pena você não pode fazer nada,
por que agora é tarde, tarde.

sábado, 3 de novembro de 2007

Busco você todas as manhãs
para sondar-lhe a vida
que dá vida ao meu corpo
que sem ela eu nada seria.

Busco em você, minha eterna fonte
de madrugada em madrugada
esse calor que me envolve reconstitui,
docemente me faz.

Busco cristalinas gotas de amor
as quais suaves me banham
numa carícia reconfortante
sempre que a noite se vai.

Busco suas mãos... seus lábios quentes
todo o seu corpo que eu preciso muito
que faz do meu corpo o seu pertence
que faz de mim, a dona do mundo.

Busco! E se um dia não acharre
pousarei sobre o sonho que existiu
distante da vida real e verdadeira
porém muito maior que tudo que eu vivi.
É o amor é engraçado, você começa a amar alguém e quando você menos espera esse amor se foi, como folhas na primavera, sempre tem aquele vento forte e firme que levas as folhas, e elas caem e quando você tenta reconstituí-las você não conhece, por que não da para remediar o irremediável, só basta se contentar com esse sofrimento dentro de você, que cada vez você se vê vulnerável a dor, dor do seu coração e da sua consciência que sabe que a culpada de tudo foi você mesma e você não quer encarar os fatos, o fato que você própria se velou, você própria se matou, mas o sentimento é tão forte e preciso, que você quer voltar atrás para recuperar seu amor de novo, e você tenta, tenta, tenta cada vez mais e seus esforços são em vão, você não consegue o que quer e fica frustrada, por que é impossível voltar no tempo e consertar o erro, mas mesmo não podendo voltar no tempo, apagar o passado você luta, luta cada vez mais para reconquistar o passado perdido, mesmo seus esforços sendo em vão você lutar para conseguir, mas não adianta você está cansada, não consegue mais lutar, e você pensa em uma solução para a tristeza, o amor em vão, as coisas de tanto importa, se revolverem, você morre, morrer é a melhor solução para a situação, mas será que o amor vai embora ou vai ficar com sua alma penando?

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

A vida é um jogo excitante
de cartas ou outro qualquer
onde o mais importante
é vencer, vencer e vencer!

Há quem diga que se contenta
em participar, competir
que mentira descarada,
ninguém joga pra perder.

O que não pode e eu não faço
é esconder carta no braço
nem tramar com algum parceiro
pra enganar o companheiro.

Viver é olhar nos olhos
mesmo dos que inspiram medo
se correr, escolha a hora
não deixe passar do tempo.

Como em todo e qualquer jogo
nesse também tem trapaça
seja esperto, não vacile
seja forte e mostre a raça.

Algumas cartas são suja
sevite até à morte, usar
ser egoísta é uma dela
soutra é não saber amar.

Não temas o fim do jogo
nem tenha pressa também
quem disser que acaba aqui
desminta, vai mais além.

Estou no meio do meu
um pouquinho mais à frente
perdi algumas partidas
mas não perdi totalmente.

Quem viver, por certo, verá
eu no pódio, vitoriosa
mas a vaidade também
não é uma boa prosa.

Por isso eu já estou indo
trucando, correndo, blefando
mas nunca perdendo a carta
de continuar amando!

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Passos a passos procuro
A pessoa que tanto desejo,
Vejo longe uma face linda
Expressão singela
Da pessoa desejada
A no fundo do infinito
Busco por ti minha desejada
Um cálido sentido aqui dentro abre
Será que era você que eu tanto procurava?
Pergunto-me, como um tormento prazeroso.
Será que é você?
A minha alma se abate só que olhar para seus olhos
Esses olhos sem expressam,
Só que me seduz
Seduz-me para ti
Pro seu lado para você.
Garota que fez comigo?
Não sou mais a mesma!
Sou outra, outra pessoa,
Uma pessoa que ama, uma pessoa que tem sentimentos...
Minhas ultimas palavras do contexto;
Amo-te.


(pra ti)

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

O nosso pensamento é como a espada.
Pode ser terrível ameaça,
se não soubermos conduzi-lo, refreá-lo.

Ele nos instiga aos prazeres,
e insistentemente
nos incentiva a buscar realizações
que não fazem parte de nós.

Ele passeia livre pela vida,
provocando a razão...
Insultando a sensatez...
Intrigando nossos desejos,
quando estes adormecem.

E sem percebermos,
a lâmina reluzente da espada,
paira sobre nossas cabeças,
enquanto escolhemos este ou aquele caminho, ignorando o risco
que corremos.

E eis que uma jóia surge...
na singular amizade que conquistamos.
E mesmo vivendo sob o domínio da espada,
ela se mantém impassível,
inalterável,
porque a amizade é o sentimento mais completo e corajoso,
que Deus nos concedeu.

Um amigo é sim, uma jóia.
De valor incalculável,
que devemos proteger,
que temos obrigação de manter a salvo.

Porque dia virá,
que não poderemos mais fugir do espelho.

E ele vai refletir, não só a nossa imagem,
mas todo o estrago que a espada tenha feito
ao longo dos anos.

Então é preciso coragem,
tranqüilidade e audácia,
que só os anos trazem.

Para ocultar a espada,
se necessário for.
Para mantermos nossa jóia intocável,
e finalmente,
para que o espelho não mostre
o que não queremos ver!...

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Você surgiu assim, de um sorriso qualquer,
um sonho que cabia dentro da esperança...
Vontade morna que acaricia a alma
um nada que era meu tudo antes de você...

Você surgiu assim tão simplesmente,
sem promessas e motivos, sem nada
devaneios, procuras, desejos...
Como quem chega por chegar.

Foi ficando aqui, assim, somente assim,
ficar apenas para não ter fim...
Para me dar o teu olhar, tua calma
passear descalço no meu sonho...

Assim, sem machucar, sem ferir...
Sonhar junto de mim,
nem sei se o mesmo sonho, não perguntei
mas sei que foi assim... Bem assim.

Nossas mãos se apertaram, se uniram
em vez do adeus, o encontro, o começo...
Somente assim, por encontrar
querer se conhecer, falar...

Talvez por falta de tudo ou de nada,
pela pergunta que se vê num sorriso:
Quem é você? De onde vem? Pra onde vai?...
Não sei... Só sei que foi assim... Bem assim...
Acordei minha busca
que adormecia na saudade
porque a vida me pede
que continue a buscar.

Que mude as vestes do sonho
se precisar
que os passos sejam mais lentos
não importa.

Importa é esperar esse encontro
na terra ou nas ondas do mar
poder ouvir novamente
a flauta mágica dos que amam!

Eu sei que você existe
nunca deixei de acreditar
se abandonei a procura
foi por achar que não sabia mais amar.

Mas eis que renasce em mim
a crença antiga que me domina
de que o único sentido da vida
é o amor! Por isso busco você...

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Quem diria
Que aquele luar perfeito
Ia lembra você, e a noite.
Que a gente passava juntas,
As romarias da nossa vida,
Amor meu e seu.
Quem diria que aquela noite,
Uma fria brisa
Que vinha do norte
Lembraria-me de você,
E os nossos bijus ,
Nos nossos amansos ,
Nossos momentos a só.
Quem diria,
Um simples luar.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

A decisão que eu tomei
de reformular a vida
em vez de apenas ser
nasceu do nada.

Esse nada que me ronda
que tortura meus dias
que fica parado me olhando
não me alcança.

A decisão me sorriu
estendeu-me a mão
como uma ponte
que me convida.

Eu vou atravessar
de encontro ao mundo
em busca do inusitado
só assim serei feliz...

Quando eu voltar
trarei nas mãos estendidos
tantos sonhos para doar
às pessoas que eu amo.

Que não foram comigo
porque a ponte nem sempre
estende-se pra todos
só para quem ousar.

Quero viver esse sonho
como se fosse o último
mas será só um degrau
de outros sonhos que virão.

Porque esta vida é pra isso
mesmo que não aceitem
que não queiram acreditar
esta vida é pra sonhar!

domingo, 14 de outubro de 2007

Há um silêncio dentro de mim,
Porque minha alma se calou.
E quando a alma da gente se cala,
Não há o alvoroço das ilusões,
O trânsito constante da esperança,
O farfalhar do amor.
Quando a alma da gente se cala,
É como ver florestas imóveis
Sem canto de pássaros...
É como ver o mar parado
Sem ondas estourando na praia.
Quando a alma da gente se cala,
É como criança nascendo sem chorar,
Parque de diversões sem música,
Festa junina sem fogos,
Carnaval sem samba...
Quando a alma da gente se cala,
Uma tristeza imensa vai nascendo,
Um marasmo dolorido vai ficando,
Uma saudade sonolenta vai chegando,
Uma tempestade vai se aproximando.
Quando a alma da gente se cala,
É porque a gente não está amando!
Há coisas que não entendo
outras finjo não entender
por medo de descobrir
que eu já sei ...

Porque não podemos falar
do jeito que sentimos
do jeito que queremos
do jeito que precisamos...

As palavras se repetem
como se fossem cópias
cópias tristes do passado
um passado que abandonei...

Tenho que calar
enquanto o mundo grita
enquanto as pessoas riem
enquanto ainda há vida...

Sinto um sonho ao meu lado
ao tentar não o alcanço
ao querer, não o realizo
ao tocar, não me responde...

Será meu...
o sonho
a vozas palavras
o fingimento?

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Onde caminharmos, seja na areia da praia
na relva verde ao pé da montanha
ali ficarão nossas pegadas
para não sermos esquecidos.

Em qualquer coração que entremos
mesmo que seja por alguns minutos
deixaremos uma pequena marca
como a nota musical de uma canção.

Qualquer sorriso que trocarmos
mesmo um sorriso virtual
que se expresse “rs” ou “kkk”
será sempre um sorriso que existiu.

São nossas pegadas, deixando suas marcas
enquanto levamos na bagagem, outras pegadas
dos sorrisos que nos retribuíram
da palavra que preencheu nossa solidão.

Neste ou naquele mundo, sempre haverá
essa marca forte e incontestável
nada mais era do que uma possibilidade
que nós chamamos de "Pegadas".

Alguém um dia vai nos lembrar
de outro alguém que se perdeu na multidão
porque somos todos, elos de uma corrente
que se partem, mas não se separam.
Jamais!!!

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Meu maior sonho, é com certeza
ser da vida a própria correnteza
comandar meu barco nesse rio
que sonolento corre para o mar.

Parar os ventos, se preciso for
ter sempre muito e tanto mais amor
sorrir pra vida não mais iludida
sem esperar desse sorrir, retorno.

Meu maior sonho é inda poder sonhar
mesmo com o tempo infame a se esgotar
colher estrelas nesse meu quintal
convidar a lua para o meu sarau.

Fazer uma canção que fale de esperar
de ver o meu maior sonho chegar
sorrindo como só sabem sorrir
os sonhos bons, os sonhos de existir.

E nele, tem um poeta morando
que fala de pássaros se amando
de flores singulares que também vivem
exatamente como eu vivo: sonhando]


Lutti saudades...

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Todas as noites eu te desejo.
Quero-te, porém, apenas para mim
Pois eu mereço seus encantos e maldições.

Todas as noites, penso em possuir-te.
Tuas seduções são, para mim, feitiçarias
Oh, bruxo! Como te quero!
Te quero, de um modo que poderei ter-te para a eternidade,
Não temo seu sangue
Nem teus breves pensamentos
Temo apenas que fiques longe de meu corpo.

Todas as noites, penso em ti.
Imagino seus olhos a olhar-me,
Suas mãos a tocar-me,
Seus lábios a beijar-me
Ah! Seus lábios!
Doces e misteriosos, como tu.

Por que estás tão longe?
Por que estás tão fora de meu alcance?
Eu sei o que acontecerá esta noite, posso contar-te?
Todas as noites desejo-te
penso em possuir-te,
penso em teu corpo.
Mas, esta noite será diferente.
Brevemente esqueci de meu espírito, e este irá hoje até tu
Matará teu lindo corpo, para que eu não pense mais nele
E tu virás ao meu encontro,
Como um corvo ao encontro da escuridão
E meu espírito matará o corpo que me abrigou durate todos estes anos.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007


O caminho da solidão, frutos do desespero mortal,

a morte em questão, questionamento do arcanjo matador,

a visão triunfante do semelhante esta longe, dura realidade,

realidade escondida por mitos e velhos magos, velhos vampiros,

venha comigo minha vampira, conheça meu mundo, minha vida,

quero lhe mostrar meu lar, meu refugio, o abrigo da luz

luz caida, guerreiro derrotado, derrota humilhante,

deiche me, lhe mostrarei a verdadeira eternidade, morte a solidão,

minha bela vampira, meu belo amor, doce menina, estas bem?

Caminhe comigo, nunca me abandone, a solidão eterna é cruel,

deiche me escolher o que eu quero, não faça escolha por mim,

continue comigo, mostra me o verdadeiro amor, amada minha,

não deiche que o final se concretise com uma faca,uma estaca

jah fiz minha escolha, faça a sua, assim morreremos felizes,

morte, algo insignificante perante o calor vampirico,

vampira minha, amada minha, uma rosa para um morto

domingo, 7 de outubro de 2007

Aparência singela ,
suor a escorrer,
em pensar isso tudo é por você,
em te ver novamente,
em te ver perto de mim,
em te ver derrepente,
apesar de nós estarmos distante,
continuo na insegurança de te amar,
apesar do cálido sentimento me dominar ,
ainda á insegurança do amor continuar.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Ouço meus passos matraqueando,
na calçada de uma noite vazia,
depois de mais um belo dia,
onde o sol me fez companhia. ,

O silêncio segue meus passos,
alcança-me e ultrapassa-me,
querendo provar que o homem,
é culpado da vida, mas não é.

Nesse julgamento quase voraz,
a testemunha é a solidão,
constante em meu coração,
não me compromete, só ocupa.

O juiz é o cálido sentimento,
que se aloja em meu peito,
recusando-se a sair daqui,
até para seguir meus passos.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Minha vida não é a das melhores,

Mas a vida não pode ser perfeita,

Como um conto de fadas,

Como um livro infantil,

Como um campo com flores a florir;

A vida não é perfeita,

Nem para a mais pura alma,

Não é singela,

Nem para a pessoa perfeita,

Nem para fada mais bela;

Sumir para onde for,

Para longe?

Para perto?

Para onde?

Pra onde minha alma me guiar;

Num posso sem fundo?

Num deserto a escaldar?

Numa solidão a morrer?

Tem essa opção,

Siga para onde quiser,

Mas saiba que a vida não é perfeita,

Mesmo a perfeição é a imperfeição